
Existe uma única coisa que aconteceu na minha vida que eu não paro pra pensar. Qualquer pensamento sobre isso que durasse mais de 15 segundos me faria ter um colápso. E foi o que aconteceu hoje, então precisava despejar tudo em algum lugar. E, tchãrã! Meu blog, é óbvio. É a única coisa que se eu tivesse um controle tipo do filme Click, eu usaria e voltaria lá. Ou no mínimo, iria nos bastidores dar uma olhada como teria sido tudo se...
É incrível, nem você nem o fato não estão presentes na minha vida nem em NADA do que me interessa. Mas quando você vem pra cá, não consigo pensar em outra coisa senão o dia em que eu joguei tudo isso fora. Sem saber, sem perceber. Sem querer. Eu nunca me arrependi de nada do que fiz e nem do que não fiz. Mas desse dia, me arrependo de não ter visto os sinais, ou não ter esperado, ou ter saído do lugar. Me arrependo da cara com que você me olhou e me deu tchau.
Não dói. Não me deixa triste. Não faz mal. Não machuca. Não nada. Nem você, nem as coisas agora, nem saber que tudo isso é culpa minha. E sim, admito, é culpa minha. Eu chamaria de curiosidade. Ou quase isso. Saudade.
Aprendi que ás vezes deixamos as coisas que mais queríamos simplesmente irem embora, sem nem notarmos. Que vale muito a pena esperar. Mas nem tanto. Que só faça uma coisa que realmente tiver certeza. E principalmente: FALE. Demonstre. E pelo amor de Deus, não beijem pessoas que vocês querem menos do que outras no Natal.
Hahahahahahaha.
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