domingo, 13 de janeiro de 2008

fucking brocas

E então, depois de tanto tempo, eu senti. Me afetou. Foi fundo, passou bolha, muro, parede, pedra... Saiu destroçando tudo que vinha pela frente e chegou bem aonde ninguém mais conseguia, há muito tempo. E era tão fácil de saber que seria assim, depois de tantos sinais...
Acho cruel o jeito como algumas coisas acontecem. Depois de muito tempo fechada pra qualquer sentimento alheio a gente resolve que está na hora de regar as plantas, deixar o sol bater... Mas aí, olha só, alguém vem e esmaga, arranca, pisa em todas elas. E depois ainda me perguntam porque é que eu não tenho um jardim em casa. Pra quê? Mas que pergunta, oras!
Se fosse há pelo menos 1 ano atrás, eu já teria chorado. Hoje. Ontem. No reveillón. Mas de certa forma alguém (e no fundo, apesar de tudo, acho que agradeço esse alguém por isso), me ensinou a ser forte. Da pior forma, mas ensinou. Forte tipo pedra. Mas deve ter esquecido de me avisar que coisas podem furá-la. Tipo essas malditas brocas.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!!
Tá, passou.
Se eu consegui passar por hoje, ontem, reveillón, e todo o resto. Isso é fiiiichinha. TU és ficha, my darling. Pff, pfff. Falta muito ainda, falta muito...
Muito Bruna, alo-ou.

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