"Tu já reparou que tu não acredita nas pessoas?"
Precisei que alguém que me conhece tão pouco quanto tão pouco tempo, lambusasse meu rosto com o que minha consciência diz todo santo dia e eu finjo que não escuto, não sei de nada, ã, é comigo? Eu realmente, não acredito nas pessoas. OU em 99,9% delas. Admito, admito. Ok, ok. Mas, não querendo me defender, já me defendendo... Isso seria um fenótipo, segundo a genética. Se hoje tenho motivos para duvidar de qualquer coisa ou pessoa ao meu redor, é porque alguém me deu eles de presente, com laço e tudo.
Depois de acreditar - e confiar! - em qualquer pessoa que demonstrasse alum apreço por mim, e claro, me foder em todas as vezes, eu desisti. Na verdade é que depois de obter inúmeras apunhaladas nas costas, criei um certo bloqueio automático (que eu juro, não queria por nada nesse mundo), me colocando sempre na defensiva, pra que assim eu já esteja preparada para qualquer eventual "facada". É automático, sempre acho que quase mais ninguém é realmente sincero comigo. Que são todos como as pessoas da minha listinha de 'paunocuzagem' aleatória. (E que se eu resolvesse dizer o nome da pessoa campeão, vocês cairam da cadeira agorinha.). Não vou ser hipócrita ao ponto te dizer que esse bloqueio é totalmente negativo, ele já me fez passar por cima - e de salto agulha, meu bem - de muitos golpes baixos. Mas, sinceramente, acredito que seria bem melhor viver sem armadura. Odeio ficar sempre com uma taça cheia de desconfiança em uma das mãos, sem saber quem é ou não verdadeiro mesmo.
O grande problema que me faz pensar (e até desistir ás vezes), é que quando abro a guarda, vem um(a) filho(a) da puta e me derruba do cavalo, o que me deixa com uma raiva descomunal! Mas de mim, por mais uma vez ter caído nas palavras que ouvi. Então volto à estaca zero e sempre com mais dificuldade de reconhecer "quem tá do meu lado".
Mas, como diria o sábio Renato Russo: "Tem gente que está do mesmo lado que você, mas deveria estar do lado de lá, (...). Mas eu sei que um dia a gente aprende... Se você quiser alguém em quem confiar, confie em si mesmo."
segunda-feira, 21 de julho de 2008
quinta-feira, 3 de julho de 2008
AAAAHHHH!
Resolvi escrever porque isso aqui já tava até com algumas teias de aranha. Na realidade, não tenho nada pra escrever. Ao menos nada (ou ninguém) que me dê vontade pra isso. E também porque não tenho tido tempo (adoro fingir que sou ocupadíssima e que nã tenho tempo pra nada enquanto me sobra tempo pra bocejar e espreguiçar) e nem saco (isso não tenho mesmo) pra escrever ultimamente. Bom, vejamos. Eu poderia escrever sobre a minha semana de-li-ci-o-sa de médicos/hospital/remédio/cama/repeat, ou sobre como me viciei em House e cooooomo aquele Dr. é sexy (sério, acho que gosto mesmo é dos velhinhos... wqhdsasaduops!). Ou sobre as minhas unhas que quebraram todas e as que não quebraram eu dei um jeito de foder. Ou também, escrever sobre como eu odeio esse paninho AMARELO que me deram junto com a caixinha dos óculos para limpá-los, ou sobre a minha dor insuportável e sem motivo na mandíbula. Ou também, já sei, sobre como não agüento mais essas pessoas que não sabem que CONVERSAR É COM S falando e falando e falando no msn enquanto a minha paciência anda do tamanho de uma ervilha. E ah, claro, também poderia falar sobre a minha tpm, que hoje está no auge. Poderia escrever sobre essa coisa do diabo chamada ves-ti-bu-lar que tá me deixando nos nervos, e aaaaaaaaaaaah tô insuportável. Bom, quando abri isso eu vim com o objetivo de dar um ctrl c + ctrl v em um texto da Tati Bernardi - pra variaaa-aar - em que ela falava sobre o conflito interno em insistir em ficar em lugar que pra ela tanto faz agora depois de tanto amor. Que, incrível, é uma coincidência. Mas como tô uma chata e insuportável e pouco ligando sobre como tô escrevendo ou ESTOU escrevendo aqui nessa merda e também pouco me lixando pros erros e palavrões e falta do portugês culto, não vou porque já perdi tempo demais. E também porque não achei nenhum ouvido pinico pra aguentar meu dia de velha reclamona. E é isso aí pessoal, agora vou voltar ali destruir a minha unha do dedão. Voltem sempre. =)
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