sábado, 19 de abril de 2008
"E eu queria te beijar até enjoar. Porque eu só sei curar uma vontade de me entorpecer de alguém quando sugo a pessoa até a última gota. O problema é que, nesse mundo sem graça com celulares que apitam, mensagens no Messenger que apitam e policiais mentais que apitam "hey, segura a onda, não deixe ele perceber que pode comandar seu coração mole", ninguém mais sabe nem sugar e nem ser sugado até a última gota. Fica uma droga de um joguinho superficial de trocas superficiais. E ai de quem resolva sair disso. Vai ser tachado de louco de pedra. Maluco. E as meninas sonsas se dando bem, e eu dormindo abraçada com o travesseiro sem dono da cama de casal."
sábado, 12 de abril de 2008
"Me sinto só, me sinto só...
Sabe aqueles momentos estranhos-maravilhosos de felicidade instantânea e sem motivo que ás vezes a gente tem por alguns segundos? Então, imagina um desses, multiplica por quanto tu quiser de melhor (desde que tenha vários zeros) e dá continuidade. Foi assim que eu me senti quando resolvi abrir meu blog e escrever isso. Não sei muito bem se foi com ou sem motivo mas tive uma sensação que há muito tempo não sentia. Fiquei feliz em estar sozinha. Sozinha. Alone. No meu quarto - no meu desarrumado... - na vida.
Enchi os pulmões de ar, soltei devagar e enchi de novo, de felicidade. E sorri sozinha, assim, escutando Skank, pro nada, pra ninguém. Me senti bem por ser livre e não precisar de ninguém. Não precisar precisar. E suponho que eu tenha ficado tão feliz assim por uma coisa boba dessas, porque na maioria do tempo eu acho o contrário. Que preciso precisar. Mas não, nesse momento, aqui, agora, eu só preciso de uma pessoa: eu. Me senti completa só comigo. E comigo assim, de pijama, com o cabelo amarrado, enrolada numa coberta, com olheiras e nerdiando numa sexta-feira a noite. Nesse momento senti que não preciso de mais nada no mundo. And keep smiling.
Continuo dando F5 de 5 em 5 segundos no meu orkut (mais por movimento automático, do que por qualquer outra coisa), e as pessoas que eu achava que precisava passam tão despercebidas como qualquer outra. Não sinto necessidade de correr atrás de nada. Não sinto necessidade de falar o que eu sinto, o que eu quero. E porque talvez, agora, no fundo eu nem queira...
Quem sabe eu só queira ficar sozinha, enchendo os pulmões um pouco de ar, um pouco de felicidade, justamente, por só precisar disso.
...me sinto tão seu."
Enchi os pulmões de ar, soltei devagar e enchi de novo, de felicidade. E sorri sozinha, assim, escutando Skank, pro nada, pra ninguém. Me senti bem por ser livre e não precisar de ninguém. Não precisar precisar. E suponho que eu tenha ficado tão feliz assim por uma coisa boba dessas, porque na maioria do tempo eu acho o contrário. Que preciso precisar. Mas não, nesse momento, aqui, agora, eu só preciso de uma pessoa: eu. Me senti completa só comigo. E comigo assim, de pijama, com o cabelo amarrado, enrolada numa coberta, com olheiras e nerdiando numa sexta-feira a noite. Nesse momento senti que não preciso de mais nada no mundo. And keep smiling.
Continuo dando F5 de 5 em 5 segundos no meu orkut (mais por movimento automático, do que por qualquer outra coisa), e as pessoas que eu achava que precisava passam tão despercebidas como qualquer outra. Não sinto necessidade de correr atrás de nada. Não sinto necessidade de falar o que eu sinto, o que eu quero. E porque talvez, agora, no fundo eu nem queira...
Quem sabe eu só queira ficar sozinha, enchendo os pulmões um pouco de ar, um pouco de felicidade, justamente, por só precisar disso.
...me sinto tão seu."
terça-feira, 8 de abril de 2008
True love and other disasters

- Pare de viver sua vida como se estivesse num filme.
- Como?
- Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
- Quando encontrar, saberei.
- Não tenho certeza. O amor não é sempre como um raio, ás vezes é só uma escolha.
- É fácil para você dizer. Vai para a Argentina se encontrar com o amor da sua vida!
- Não sei se o Paolo é o amor da minha vida, mas decidi dar a ele a chance de ser. Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão. Decisão de correr um risco com alguém. Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa. Talvez o amor não seja algo que aconteça, seja uma escolha.
- Como?
- Pare de idealizar seu amor em vez de encontrá-lo.
- Quando encontrar, saberei.
- Não tenho certeza. O amor não é sempre como um raio, ás vezes é só uma escolha.
- É fácil para você dizer. Vai para a Argentina se encontrar com o amor da sua vida!
- Não sei se o Paolo é o amor da minha vida, mas decidi dar a ele a chance de ser. Talvez o amor verdadeiro seja uma decisão. Decisão de correr um risco com alguém. Dar-se, sem se preocupar se vão dar algo em troca ou magoar você ou se é a pessoa certa. Talvez o amor não seja algo que aconteça, seja uma escolha.
# O diálogo mais verdadeiro sobre o amor verdadeiro que eu já vi.
Assinar:
Postagens (Atom)